
Nossa, há séculos não posto aqui, muito trabalho e pouco tempo para o blog, mas nunca para o Macca! Vou fazer uma série de posts narrando minhas aventuras na cidade maravilhosa atrás do Beatle favorito de todos. Não sei quando vou terminar, afinal de contas tenho tanto pra mostrar (que fim poético, gostei).
Acho que meu último post foi sobre a expectativa para os dois grandes dias. Bom, a hora de viajar havia chegado, encontrei um colega na estação Lapa e fomos de carro até Viracopos, em Campinas. Como todos sabem, tenho pavor de avião (medo este que diminuiu um pouco, não fosse o retorno pra casa, mas isso conto depois) pois bem, cheguei no aeroporto e minha barriga já parecia uma geleira que só, a espera para o embarque parecia ter durado 100 mil anos! Neste meio tempo, eu e meu colega conversamos sobre nossas expectativas para o show, nossos planos mirabolantes de fã para fazer com que Paul McCartney sentisse de alguma forma nossa presença.
Hora de embarcar, coração a mil. Estava com minha tradicional camiseta dos Beatles, uma branca com o nome dos quatro caras que mudaram minha vida. De repente, na fila do check-in, um cara me aborda com um sorriso no rosto e pergunta se estava indo para o Rio, respondo que sim e começamos a trocar ideias sobre o show que ele também iria assistir. Sabe, existem coisas que só os Beatles são capazes de fazer, essa interação gostosa entre os fãs é uma delas.
Pois bem, decolamos, eu, meu colega e um LP do Flowers in the Dirt que ele carregava debaixo do braço na esperança de conseguir o tão sonhado autógrafo. Minha cabeça era um mix de pavor, justamente por causa do avião, e ansiedade, já que iria conhecer o Rio de Janeiro e ver mais dois shows do McCartney.
Chegamos no Rio, hora de procurar um táxi e finalmente chegar no tão sonhado hostel. Como havia dito, encontrei um cara que iria para o show ainda em Campinas, então nada melhor do que dividir um táxi do Galeão até Copacabana, não é? Bom, entramos no táxi e fomos para nosso 'porto seguro', no caminho como um bom jornalista fui observando a cidade, seu trânsito, ruas e claro, sua beleza. Algumas das impressões que tive foi de que o trânsito é até civilizado, porém os cariocas correm que é uma beleza!
Depois de chegar no hotel, beber um pouco, olhar o bairro, resolvemos ir até o Copacabana Palace encontrar ELE, vocês já sentem o coração bater um pouco rápido, não? Pois chegamos lá e claro, o espaço estava repleto de fãs de todos os cantos do Brasil e América Latina, todos com um mesmo objetivo: ver, nem mesmo que apenas a pontinha do rosto, de Sir Paul McCartney. A tensão foi grande, mas infelizmente não vi Macca (acho que a surpresa estava toda reservada para o dia do show), porém encontrei com o resto da banda Wix, Brian Ray, Rusty e Abe, o que serviu para deixar o clima acelerado.

Ufa, melhor parar por aqui para garantir que vocês leiam. Nos próximos posts vou falar dos shows, da sensação de ver Macca pela terceira e quarta vez, além da triste/feliz volta para casa. Aguardem!